En una canción?


Se eu já era fã, fiquei mais. Apesar da acústica complicada, para não dizer horrível, do Pepsi on Stage, Fito Páez é Fito Páez. E não poderia ser diferente. Todas as composições são lindas. Circo Beat, 11 y 6, El Cuarto de Al Lado, Mariposa Technicolor, Track-Track... Enfim, um belo show.

E, para a felina roqueira aqui, Ciudad de Pobres Corazones, ouvida ao vivo, foi o melhor momento da noite. Sem contar que é animador ver boa parte da gurizada de hoje cantar Fito e não alguma coisa de alguma banda que canta algumas frases e refrões chatinhos e que faz sucesso em alguma rádio por aí.

Se o mundo cabe em uma canção? Não sei. Mas se for em alguma do Rodolfo Fito, certo que é difícil escolher em qual delas.


.inesquecível! :)

Ê, Nietzsche!


Lou Salomé, correspondente de Freud, adorada por Paul Rée, namorada de Rilke, e [ufa!] musa de Nietzsche, abalou as estruturas metafísicas do filósofo e fez com que o gajo, quando conheceu a intelectual mais ousada da Europa, nos idos do verão de 1882, criasse uma das frases mais doces que já li: "De que estrela caímos um ao encontro do outro?"


Ê, Nietzsche velho de guerra, essa precisava vir para o blog!


A resposta, arrebatadora, de Lou às declarações amorosas de Fried eu deixo para um novo post. Segue, por enquanto, a sensacional foto do ménage à trois intelectual talvez mais envolvente da história.

Lou, Nietzsche e Paul Rée em foto
de Jules Bonet - 1882 [bah, a moça parece brabinha]




.idéias de post surgidas na mesa do bar. e salve a
filosofia de botequim! ;)

Era para chover tudo de uma vez



"Hoje eu acordei com sono e sem vontade de acordar o meu amor foi embora e só deixou pra mim um bilhetinho todo azul com seus garranchos que dizia assim "chuchu vou me mandar!" é eu vou pra Bahia (pra Bahia) talvez volte qualquer dia o certo é que eu tô vivendo eu tô tentando Uuu!!! Nosso amor foi um engano [devo ter me esquecido de ler essa parte] hoje eu acordei com sono e sem vontade de acordar como pode alguém ser tão demente porra louca inconsequente e ainda amar ver o amor como um abraço curto pra não sufocar ver o amor como um abraço curto pra não sufocar."
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Prólogo: Amar é uma droga. Pesada.

Ato um: Juntei tudo, sem pontuação correta, para não dar tempo de pensar mesmo. Ah, só para constar, é Cazuza. E eu tinha prometido para mim mesma não postar mais Cazuza aqui.

Ato dois: Ok, vai ver é assim: para cada dia mais ou menos, um mês de alegrias intermináveis. [Sem recriminar as ironias, ok? Hoje eu preciso]

The end: Exageradamente carente. Tímida como sempre. E branca como uma nuvem.

Agradecimentos: Vai ver um dia alguém segura o tranco.

...


-Alguma coisa hoje?

-A lua, café para dois [com gotas de rum, por favor] e algumas trovoadas.






.certas gatas preferem se esconder. ou melhor, preferem aparecer quando, e para quem, bem entendem. o endereço do blog mudou, mas a minha intuição felina não.