Mas, por favor, sem esquecer que "o essencial é invisível aos olhos".
(Saint-Exupéry)
A minha alma não tem forma,
e se encanta com a leveza
daquelas que vivem livres.
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E que venha outubro! :)
Eles vieram da Lacônia!
Descobri. Os homens são todos originários da Lacônia. Só pode ser. Há outra explicação para serem tão concisos, diretos, objetivos? Isso detona qualquer possibilidade de romantismo para as sonhadoras mulheres, que desejam um sem-fim de frases bonitas saídas da boca do amado. Enquanto elas pronunciam algumas dezenas de palavras por minuto, eles respondem e solucionam tudo com “sim”, “não”, “combinado”, “beleza”. Içami Tiba, no hilário e descontraído “Homem Cobra Mulher Polvo”, explica que os homens falam para comunciar fatos, enquanto as mulheres, para se relacionar. Então, pare de idealizar tanto e veja a vida como ela é. Homens e mulheres são diferentes e, lamento dizer, ficar batendo o pé porque ele não respondeu do jeito que você queria é perda de tempo e início de discussões acaloradas. Calma. Dualidades não são tão ruins. Imagine se eles conversassem tanto como nós? A compra da casa, o nome dos filhos, o destino das férias, o cardápio do jantar, a trilha sonora da noite, iam parecer um longa-metragem em preto e branco. Interminável. Diferenças, dualidades, são essenciais e saudáveis. Assim, recadinho felino às mulheres: da próxima vez que perguntar ao seu namorado, marido, amigo, se ele gostou do filme a que acabaram de assistir, e ele responder com um lacônico “sim”, não dramatize. Provável que no “sim” dele esteja implícito tudo o que você gostaria de ouvir. Ele só não vê necessidade de se prolongar, entendido? E isso não significa que seja um monstro insensível que não gosta de você. É da natureza masculina ser objetivo. De contra-resposta, em vez de começar um discurso feminista e ficar de cara amarrada, mande um “que bom, sinal de que fiz a escolha certa”, e coloque um sorriso à la Júlia Roberts no rosto. Pode apostar, há grandes chances de que ele retribua com um beijo, e a noite tenha muito mais cores e amores do que se terminasse numa briga de vaidades.
Recadinho aos homens: tudo bem serem objetivos, mas, por favor, sem perder a ternura, ok? Nós adoramos um carinho. ;)
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Para saber... Lacônico: Do grego lakonikós (derivado de Lacônia, região da Grécia, cuja capital era Esparta). Os espartanos eram povo austero e guerreiro e não valorizavam a oratória: lutavam muito e falavam pouco. Daí o vocábulo lacônico significar de poucas palavras, por meio do latim laconicu.
http://pt.wiktionary.org/wiki/Lac%C3%B4nico
Recadinho aos homens: tudo bem serem objetivos, mas, por favor, sem perder a ternura, ok? Nós adoramos um carinho. ;)
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Para saber... Lacônico: Do grego lakonikós (derivado de Lacônia, região da Grécia, cuja capital era Esparta). Os espartanos eram povo austero e guerreiro e não valorizavam a oratória: lutavam muito e falavam pouco. Daí o vocábulo lacônico significar de poucas palavras, por meio do latim laconicu.
http://pt.wiktionary.org/wiki/Lac%C3%B4nico
Amor?

O amor? Sei que cada amor tem uma cor. E o meu, certo, deve ser lilás. Com desejo de traços em outra cor. Mas isso é conversa para outra hora. Cor de amor. De amor sem medo, sem segredo, com malícia, mistério, carícia. E sei que cada beijo tem também uma cor. O amor tem cor de caramelo? Ou de madrugada fria? Um amor, humor, que acalenta? Ou um amor humano, natural, substantivo? Amor de todas as estações, porque a gente pode deixar o verão para mais tarde. Amor de canções, de maçãs, de beijos roubados. Amor que pode ser de romã, numa cabana, com lua cheia, ou amor de lua. Amor a dois. Amor com voz, com tez, com tudo o que se tiver que sentir. Em um segundo, e, se eu puder escolher, por toda a vida. Amor-amor, quando eu te encontrar, por favor, que seja de qualquer maneira. E pode ser em frente ao mar, bem devagar. Com nascer e pôr-do-sol. Com beijo de cinema, sorriso de criança, coração disparado e olho fechado para ver a alma. De flor em flor, te canto, amor, e um dia te encontro. Amor-amor.
Adaptado de "Qual a cor do amor?" (Cazuza)/"Deixa o verão pra mais tarde" (Los Hermanos)/"Brasileiramente linda" (Belchior)/"Amor meu grande amor" (Barão Vermelho).
Adaptado de "Qual a cor do amor?" (Cazuza)/"Deixa o verão pra mais tarde" (Los Hermanos)/"Brasileiramente linda" (Belchior)/"Amor meu grande amor" (Barão Vermelho).
Para quem perguntou o que eu penso sobre o amor. Tá aí.
Para quem quer sentir... Ouvir "Leo e Bia", do Oswaldo Montenegro, é um bom começo. ;)
".ppt" comigo não!

Direto ao ponto: mensagens com a extensão ".ppt", na minha caixa de correio eletrônico, são quase que automaticamente deletadas mesmo antes de lidas. Com exceção de um outro que abro por terem sido encaminhados por pessoas que já conhecem meu dissabor com essas extensas sequências coloridas, cheias de "fru-fru", e com aquelas músicas melosas tocando ao fundo, e, portanto, que sei não me mandariam arquivos inconvenientes (convenhamos que isso é bem amplo na minha imaginação), os anexos ".ppt" me dão medo. Será que alguém já teve a falta de paciência de ficar contando quantos slides recebeu em um ano e, destes, quantos se aproveitam? Sendo sincera: eu abro (e isso quando abro) o primeiro e vou direto ao último. Uso a mesma lógica que a das novelas: assistir ao primeiro e último capítulos é suficiente. A criatividade é imensa, e o plágio nem se fala. Já recebi textos com palavras como "pegada" e "beijaço" como sendo de suposta autoria do Mário Quintana. Sem contar naqueles arquivos que, só de olhar para o número de quadros (às vezes mais de vinte), dão arrepios. Esclarecendo, não sou resistente, e, muito menos, avessa às maravilhas da informática. Seria exagero. Receber poesia, mensagens bonitas, textos interessantes, faz bem e ajuda a estreitar os laços afetivos na era da tecnologia virtual. Agora, encaminhar um sem-fim de slides com mantras, dicas de alimentação, de beleza, de sedução, e outras coisinhas, não me atrai. Sem esquecer aqueles recados intimidadores: repasse para trinta pessoas (!) ou algo irá acontecer nas próximas vinte e quatro horas. Bem, se isso fosse verdade, minha vida estaria o caos, porque as correntes de auto-ajuda e outras do gênero vão direto para o buraco-negro mais próximo, com a intenção de que nunca mais voltem. Talvez eu esteja errada, e não seja perda de tempo olhar, nas pausas do trabalho, lindas imagens do Nepal, pirâmides do Egito ou bebês graciosos com frases bonitinhas em cor-de-rosa . Mas, até que me provem o contrário, tenho, sim, medo dos arquivos ".ppt".
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Em tempo: post ao som de Melissa Etheridge. Descobri a compositora e cantora americana dia desses. Show de bola! A embalada Bring Me Some Water já está entre as minhas preferidas. Música para dançar ou namorar. Pode escolher. ;)
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Em tempo: post ao som de Melissa Etheridge. Descobri a compositora e cantora americana dia desses. Show de bola! A embalada Bring Me Some Water já está entre as minhas preferidas. Música para dançar ou namorar. Pode escolher. ;)
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