A minha estranha, e incontrolável, mania de arrecadar as coisas, já disseram, é única. Lúdica. Louca e bela em pequenos tantos gestos pequenos. Em forma de coisas bonitas. E outras coisas mais. Mais sutilezas. Delicadezas. Coisas-poema. Juro, é sinestesia que não acaba. Parece, por vezes, que me toma. Inteira. Nada menos que isso. Nada mais que não se escreva em linhas. Apaixonadas. Curiosas. Palavras-poema.
Ah, essa minha estranha, e incontrolável, mania de arrecadar as coisas...

Arrecado Matisse. Em dias sem cor,
Jazz.